20 de agosto de 2017

Tarte de Ameixa {Plum Pie}

Yum

O agosto tem sido construido principalmente por momentos em família e de descontração. Tem sido prioridade passear e aproveitar o melhor desta estação, descontraidamente e a tirar o maior partido de momentos e locais especiais. Porque faz bem. Porque faz falta.
O regresso ao blogue faz-se lentamente, mas de uma forma doce. Não podia faltar ao sempre delicioso desafio Sweet World da Lia e da Susana e trazer desta feita, como se pede, uma tarte de fruta.
O verão é talvez das estações mais ricas em fruta, quer em variedade, cor e sabor. Chegam em tanta quantidade e variedade que às vezes se torna difícil conseguir consumi-la toda. Era o que estava a acontecer a umas pequenas, deliciosas e docinhas ameixas. Por isso a escolha foi fácil e depressa elas se tornaram a figura principal de uma doce e fresca tarte.

A massa que usei foi a que já tinha feito na Bakewell Tart. Não é a massa quebrada mais fácil de trabalhar para este tipo de tarte, mas o resultado final ficou próximo do que tinha imaginado. Em termos de sabor final ficou bastante equilibrado e agradável. Ao contrário do mais tradicional, servir a tarte ainda morna acompanhada por gelado ou um delicioso creme custard, resolvi servi-la bem fresquinha. E acreditem, fez as delicias dos que provaram!

Uma sobremesa, como a Susana tão bem diz, em sintonia com a estação, para acompanhar o espírito de férias e relaxamento que por esta altura se promove.



1 de agosto de 2017

Agosto é mês de...

Yum

Meu querido mês de agosto!
Chegou o tão ansiado mês de agosto. … as nossas aldeias e ruas enchem-se de gente… gente com saudades, gente alegre, descontraída e divertida… mês tão ansiado por quem vive fora e por quem espera cá dentro.
O nosso cantinho, à beira-mar plantado, enche-se de vidas, festas e tradições para receber os que nos visitam e reavivar memórias e costumes aos de cá. É um mês naturalmente feliz,solarengo e prazenteiro.
É tradicionalmente o mês das férias. Confesso que pessoalmente não gosto deste mês para gozar as minhas, e felizmente nunca me foi “imposto”, mas é facilmente compreensível que seja o mês mais escolhido.
Parece que tudo flui mais naturalmente e calmamente. Existe uma panóplia imensa de cores por essas ruas e mercados. As frutas e os legumes variados e abundantes enchem as nossas mesas de cores vibrantes e aromas inebriantes, promovendo um bem-estar contagiante.
Verão para mim é sinonimo de grelhados e saladas. Ponto. Se tivesse que escolher um aroma para o verão seria o de churrasco! 😊  Não há melhor, não concordam?   Refeições descontraídas e ligeiras, com cheirinho a lume é sinónimo de comida boa!
Talvez tenha sido por essa razão que escolhi o próximo ingrediente como Ingrediente do Mês, porque é o companheiro ideal em qualquer churrasco, vai bem com carne ou peixe, e o seu sabor e aroma reflete muito a imagem que tenho desta estação do ano. A escolha recaiu assim no Pimento!



E assim, deixo de novo o convite: juntem-se a mim, e até ao último dia do mês de agosto, inclusive, tragam uma receita, talvez aquela que tantas vezes tem ficado em lista de espera, ou aquela que repetem vezes sem conta nas vossas cozinhas sem que lhe tivessem dado o devido destaque, ou a outra que é de família, a que tem um segredo, aquela que desperta memórias… A única regra é que tenha Pimento e o valorize enquanto ingrediente!
Deixem o link da vossa receita nos comentários desta publicação, para que a vossa receita apareça no Round Up final. Se não tiverem blogue podem enviar-me um mail com a receita e uma foto e eu farei a sua publicação, com os devidos créditos.
Poderão também identificar a vossa receita com a hashtag #martaingredientofthemonth!

Espero que gostem da escolha e se sintam muito inspirados a criar receitas com o ingrediente escolhido! Agora, mãos às colheres de pau e boas receitas!

O julho em doces tons de amarelo!..

Yum

Entre festas, férias, escapadinhas e petiscos se passou o julho…a correr, como já vem sendo hábito dos meses, dos dias, das horas. Mas passou com qualidade, com dias quentes, com praia, areia e bolas de Berlim! Para mim teve sabor a férias, a descanso, a mar, a mergulhos e a família. Foi o melhor de julho… o ter tempo em família, sem relógio, rotinas ou obrigações…tempo de qualidade.

E claro, houve receitas, muitas receitas amarelinhas! De um doce amarelo vibrante! Que bom ver uma mesa tão variada em quantidade, qualidade e variedade.

Nunca será de mais agradecer o vosso carinho e generosidade! Um bem-haja e venham daí, juntemo-nos todos em redor desta farta mesa!







Pequeno-almoço e Bebidas
1
De Cozinha em Cozinha passando pela Minha

Sopas, Entradas e Acompanhamentos
2
Simply by Cristina
3
O Bolinho de Sábado
4
O Bolinho de Sábado
5
L'air du temps
6
Intrusa na Cozinha
7
L'air du temps
8
L'air du temps
9
O Bolinho de Sábado
10
Simply by Cristina
11
O diário da Inês
12
L'air du temps
13
Sabores do Ninho

Pratos Principais

14
As Receitas da Mãe Galinha
15
O Bolinho de Sábado
16
Simply by Cristina
17
De Cozinha em Cozinha passando pela Minha
18
A Cozinha da Anikas
19
Basta Cheio

Sobremesas / Doces

20
Simply by Cristina
21
Intrusa na Cozinha
22
Simply by Cristina
23
O Bolinho de Sábado
24
Sugar Bites
25
Sugar Bites
26
Sugar Bites
27
Sónia e a Cozinha
28
Açúcar & Sal
29
That cake sweet
30
O diário da Inês
31
Intrusa na Cozinha

31 de julho de 2017

Bolachas de Farinha Maizena {Maizena Cornflour Cookies}

Yum

Acabado o mês de julho, não vos trago como de hábito um bolo com o ingrediente do mês. Com grande pena não consegui. Esta última semana estive de férias, a única que tive este ano em família, e tentei desfrutar ao máximo o merecido descanso, deixando de lado as redes sociais e atividades ligadas ao blog.
Mas trago umas bolachinhas 😊  … de amido de milho. São bem simples de preparar, como eu gosto, e delicadas e bastantes fofinhas. Na minha opinião, a introdução de outra farinha, talvez de amêndoa, castanha, ou até mesmo de trigo, ajudaria a que ficassem mais saborosas. Embora sejam delicadas, acabam por se tornar um pouquinho maçudas no final. Mas ainda assim são bastante saborosas.
Desejo assim a todos um ótimo final de julho, e votos de umas ótimas férias para quem agora as inicia.


19 de julho de 2017

Neapolitan Baked Alaska

Yum

Mais uma edição do Sweet World e mais um docinho do mundo. Desta vez a sobremesa proposta foi o Neapolitan Baked Alaska. Além de visualmente linda, esta sobremesa é verdadeiramente deliciosa. Gostei muito, e acho que será uma sobremesa a repetir, até porque é relativamente fácil de fazer e tem a mais valia de surpreender quem é servido. Agradou-me o facto de podermos ajustá-la um pouco ao nosso gosto pessoal, no que diz respeito ao sabor dos gelados e até mesmo do bolo.
Optei por uma apresentação tipo torta (agradou-me esta em especial, e o site tem algumas dicas muito interessantes) e com a conjugação de sabores chocolate e café. Para mim foi uma aposta ganha, porque o sabor do café ajudou a suavizar o doce do bolo de chocolate e do merengue. Este último tenho de confessar foi uma alegre surpresa. Acho que é primeiro merengue que gosto! Ficou macio e não é exageradamente doce.
As únicas dificuldades que encontrei foram na construção da torta, porque à semelhança do que aconteceu com a Lia, o gelado começou a derreter mais rapidamente que o esperado o que dificultou um pouco a tarefa, e também na gestão de blogger de tirar a sobremesa a correr do forno, e tirar rapidamente as fotos do bolinho ainda inteiro e depois da fatiazinha da ordem, sem que tudo desmoronasse e virasse a bagunça total. Depois desse stress todo, felizmente ainda deu para conseguir desfrutar da particularidade da receita de ter o merengue morno e o contraste do gelado frio, o que é realmente maravilhoso e faz despertar as nossas pupilas gustativas.  
Queridas Lia e Susana, espero que gostem do meu Neapolitan Baked Alaska!



16 de julho de 2017

Castanhinhas {Chestnut Cookies}

Yum

Uma das mais valias de manter o blogue, além do enriquecimento pessoal, tem sido o prazer de conhecer algumas pessoas e/ou projetos que claramente marcaram a minha vida pela positiva. Duas dessas pessoas são o casal por detrás da marca Amálgama e do qual vos falei pela primeira vez aqui.
Felizmente a empresa vai ganhando o seu espaço, graças à garra, empreendedorismo e resiliência do casal e é claramente uma prova de que é possível, de que os sonhos são possíveis e estão ao nosso alcance. Não tenho a menor dúvida que eles já se questionaram inúmeras vezes se deveriam seguir em frente ou não, perante algumas (muitas) dificuldades que surgiram, mas a sua persistência, boa disposição e vontade de vencer tem aberto e criado algumas oportunidades e visibilidade….a visibilidade que eles precisam para que o seu produto ganhe o espaço merecido como marca portuguesa de prestigio e qualidade.
Gosto muito deles, não só pelas pessoas que são e com as quais tenho o prazer de privar, como também pela prova de superação e garra que representam.

E foi para eles, num jantar onde tive o prazer de os receber em minha casa, que fiz pela primeira vez estes bolinhos de castanha, elaborados com a sua farinha de castanha obviamente.
Já os fiz por três vezes. A primeira na receita que vos apresento primeiro. Como achámos todos que o sabor da castanha se destacaria muito mais se levasse menos açúcar fiz uma segunda vez onde retirei 20% da quantidade inicial ao açúcar, o que se refletiu sem dúvida numa melhoria de sabor. Numa terceira aventura, decidi tentar uma versão sem glúten, adicionando ainda a amêndoa e o cacau, o que se revelou uma união de sabores deliciosa. Acho que a castanha funciona muito bem com a amêndoa, e ainda melhor com o cacau, e por isso esta terceira versão foi a que mais me agradou.

Espero que se sintam inspirados a experimentar!

Espreitam o novo site da Amálgama e fiquem a conhecer não só o projeto mas também os produtos, bem como os rostos por detrás dele. Lá encontram também algumas sugestões de receitas com a farinha de castanha. Com muito orgulho algumas delas minhas! 😊

Desejo-vos o melhor, de coração, Sílvia e André.



E agora a receita…

12 de julho de 2017

Sopa de Milho {Corn Chowder}

Yum

Aqui há dias em conversa com um amigo, que vai seguindo as minhas aventuras culinárias, acabei por constatar que o meu blog de momento está muito mais dedicado aos doces do que às receitas salgadas. Houve efetivamente uma alteração de publicações, e essa constatação deixou-me um pouco pensativa. Continuo a cozinhar todos os dias, embora cada vez com menos empenho, engenho e arte, principalmente durante a semana e isso deve-se a meu ver principalmente porque chego cada vez mais tarde a casa e mais cansada, o que me leva a não ter grande vontade de cozinhar. Como só me dedico às receitas para o blog no fim de semana, tendencialmente tenho dedicado mais tempo aos doces, realmente…. E depois tenho de confessar que cada vez me dá mais gozo fazer bolinhos, bolachas e afins.
Mas, e numa tentativa de contrariar essa tendência, hoje trago uma receita que há muito queria experimentar: os famosos chowders. Para tal foi preciso sair claramente da minha zona de conforto. E muito. Sou adepta das nossas sopas bem tradicionais com feijão ou grão, couve e afins. Também gosto de uns cremes mais leves de feijão verde ou agrião, mas só para desenjoar das sopas mais fortes 😊  assim foi num acto de pura loucura que me lancei a fazer o meu primeiro chowder. E a provar. Sim porque também nunca tinha provado – o que me leva a não ter um ponto de referencia ou de comparação.  Se gostei? Sim. Se amei? Não.  Mas será sem dúvida uma receita a repetir com outros ingredientes.  Para esta primeira experiência recorri a uma receita de um mestre, o chef Jamie Oliver, numa versão dedicada ao nosso ingrediente do mês: o milho.
Aqui fica então!



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